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Nome: Jayme, o homem que não estava lá Também conhecido como: Arlequim, Jayme e suas variaveis e Agiulfo Emo Bertrandino dos Guildiverni e dos Altri de Corbentraz e Sutra, cavaleiro de Selimpa Citeriore e Fez. Idade: 19.6.10²³ Moro: Logo lá, onde canta o sabiá Ocupação: Empresário em tempo integral Aniversário: 28 de Abril Sou: Bobo, nerd e um terceiro adjetivo a sua escolha Fanático Por: D&D, Calvin & Haroldo, Pearl Jam, Arqueiro Verde e Lanterna Verde Objetivo: Deixar de ser morbidamente viciado em melancolia Ou contate-me pelo ICQ: 168698612
Ah, É? Anônimo Incógnito Bem Aqui Blog da Dezzinha Blog Do Zé Dend´água Blog FRASES BlogLóides Cientista Maluka Corte Aqui Complicada e Complicações Deus Existe, e Tem Blog! Dilemas de Uma Rosa Disritmia Enquanto O Mundo Gira Eu Quero um Amor Maior Fernanda® Five Against One Hiatus Idéias Ltda. Kibe Loco! Melhores do Mundo Meu Mundo! Minha Vida! e Vc... Mi Casa, Su Casa Mundo Cruel N e c r o s i s O Jovem Nerd Pelezinho Voador Pizza de Champignon Pote De Ouro Sozinho ao Acaso Trocando de Pele Último Momento Viagens do Maranhão Back to school Eu, Você e O Resto do Mundo Fotolog Musical do Felipe WEB garoto_saco [:)] Não Existe Vida Sem Você Ou Naum Real Me Sillyga nesse Cone! Surto X-Men Clique para ampliar Tocar bateria, fazer barulhos com minha boca, ouvir ''Footloose'' várias vezes seguidas, ouvir um cd inteiro do supertramp, pular num pé só, dar cambalhota, falar sozinhos por horas a fio, passar horas dando risada de algo aparentemente sem graça, irritar qualquer mulher, lembrar de nomes de personagens há muito esquecidos, lembrar a data do meu primeiro beijo, estralar o pescoço, dirigir comendo batatinha e tomando refri, tropeçar em qualquer objeto, fazer piadas nos momentos mais inoportunos e suportar as falhas do blogger Pegar objetos no ar usando apenas uma das mãos, dançar, falar rapidamente sem me enrolar, parar de ler a página de esportes do jornal, tocar guitarra, mentir sem sorrir, fingir naturalidade ao receber uma noticia bizarra, parar de balançar minha perna enquanto estou sentado, gostar de Matrix, desenhar, recortar círculos, recordar de datas de aniversário (exceto pela minha), decorar um número de telefone de uma hora para outra e suportar crianças birrentas ![]() Aproximadamente 50% das fotos que postamos aqui, neste humilde blog, são retiradas dos sites Thousandimages.com e Adoro Cinema. ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() SINCE 24/01/2004 |
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Alienígenas Assustadores Em 5º lugar, Jar Jar é o alienígena que bota medo em qualquer fã da saga dos Skywalker. Argh! O 4º lugar fica para os Alienigenas com articulações extremamente bizarras de A Invasão. Gorax, o gigante peludo (que parece um cigano) d´A Caravana da Coragem fica em 3º, mostrando que nem todo E.T. tem de ser parente de siri. Predador, um grande siri evoluído, fica em 2º. Rápido, inteligente e feio bagarai. A combinação quase perfeita para um alienígena porreta. Esse bicho feio, sim, é o organismo perfeito. Bota ovo em tudo que é lugar, seu sangue é composto por ácido molecular, é rápido, inteligente, feio, e tem uma tara inexplicável pela Sargento Ripley. Alien é o Alien. Nota: Logo, logo eu extrapolo o limite de 10mb imposto (brutalmente) pelo blogger. Melhor eu ir fazendo as malas... alguém aí se prontifica a fazer um template pro blogspot? Eu quero evitar a fadiga.... Expurgado por Jayme, o Arlequim às 12:24 AM Pedidos de perdão: ________________________________________________ - 7:20: Acordo, olho o despertador, fecho os olhos, me viro para o teto, solto um ou dois palavrões, ligo a luz, ajusto o despertador para tocar dentro de dez minutos (maldito botão snooze que não funciona) e volto a dormir. - 07:35: Penso se eu realmente ajustei o despertador ou só pensei em fazê-lo. - 07:40: Concluo que eu, de fato, não ajustei o despertador. Assim, me levanto soltando mais uma dúzia de palavrões. - 08:00: Chego à videolocadora, desligo o alarme e espero a faxineira (que faz faxina aos domingos) chegar. - 08:15: Volto pra casa e sento no sofá - 08:30: Começo a mostrar sinais de vida - 08:45: Começo a pensar: ''Puxa, como seria legal se meu sobrenome fosse 'Silva'. Assim eu faria de tudo para casar com uma garota também chamada 'Silva' e chamaria meu filho de Lucas Silva e Silva''. - 09:00: Concluo que esse é um típico pensamento nerd e o espanto de minha cabeça - 10:00: *Censurado* - 14:00: Penso em fazer algo, porém, ao fim de meu pensamento, chego à conclusão de que fazer algo é deveras estafante, e eu quero evitar a fadiga. - 16:00: Começa o jogo do São Paulo - 16:30: Concluo que é melhor torcer para o Paysandu, assim não alimento esperança alguma e toda vitória é lucro (sem contar que o Paysandu ganhou do Vitória hein!! Dá-lhe papão) - 18:00: *Censurado* - 19:00: Chego no cinema para encontrar uma sessão lotada de ''Diários de Motocicleta'', filme que, mesmo passado meio século após sua estréia no Brasil, finalmente chegou aqui, na capital da desinformação paulista. - 21:45: Saio do cinema boquiaberto e impressionado. Frases como ''Finalmente o Walter Salles fez algo que presta'' saem constantemente de minha adorável boca (e que boca viu...) - 22:00: Chego em casa a tempo de assistir RockGol. Puta programa hilário. Quando crescer eu quero ser igual ao Marco Bianchi, fazendo piadinhas infames, sorrindo meio abobado, levantando o braço de uma forma meio robótica... peraê! Eu já sou assim!! - 23:00: Vejo que mais uma vez o melhor programa da MTV não está passando no horário em que deveria estar. Diacho, por que ficar tirando Hermes e Renato do ar pra botar dois aborrescentes baitolas e cheios de espinhas que querem ser iguais ao Brad Pitt. MTV, vá se danar! - 23:05: Venho ao computador, lembro-me de que meu blog anda abandonado e vejo que já existem 19 (vinte menos um) comentários por lá. Meu cabelo ulula com o vento, enquanto uma lágrima escorre de meu olho direito e, assim, digo: ''Obrigado, vocês moram em meu coração'' Uma boa semana para vocês, meus póstumos leitores. Expurgado por Jayme, o Arlequim às 11:43 PM Pedidos de perdão: ________________________________________________ Anos e anos sofrendo pela instabilidade de meu ser pela insignificância de meu ser pela amargura de meu ser pela imensurável estupidez que aflige o mundo por pessoas que mal conheço Hoje opto por algo diferente uma visão diferente do mundo algo que aprendi há pouco ''se não pode vencê-los, junte-se a eles'' Se não posso vencê-los hei de me juntar a eles ao menos por enquanto Que venha a alienação, pouco me importa o sentido da vida pouco me importa ser insignificante pouco me importa a política pouco me importam os esportes pouco me importa as vidas que existem além da minha própria agora minha vida é um mar de rosas e, sem mais floreios, que venha a alienação Agora eu sou apenas mais um taciturno, idêntico aos outros, mais um produto na prateleira Sim, troquei meu papel secundário na guerra pelo papel principal dentro da gaiola ao menos por enquanto Ao menos enquanto me recupero da vida estafante que vivo das muitas perguntas sem resposta que insisto em fazer da agonia da angustia da solidão da batalha contínua que é viver... Mas hei de me recuperar... isso eu garanto mas, por enquanto, deixe-me apenas fechar os olhos enquanto o mundo segue suas mudanças Expurgado por Jayme, o Arlequim às 11:10 PM Pedidos de perdão: ________________________________________________ Cenas Excluidas de Tróia Expurgado por Jayme, o Arlequim às 3:02 PM Pedidos de perdão: ________________________________________________
''You talkin' to me?'' Expurgado por Jayme, o Arlequim às 12:13 PM Pedidos de perdão: ________________________________________________ Lá vem ela. Desde a primeira vez em que a vi ela me atraiu. Nada como amor a primeira vista, nada dessa besteira. Uma beleza simples, até suave, sem maquiagem ou qualquer coisa do tipo. Fui fisgado e hoje é o dia em que vou tentar o impossível. Decidi isso. Lá vem ela Ela me cumprimenta, e sorri. Respondo, olhando em seus olhos, procurando coragem. Seus olhos também são bonitos, também suaves. Meu coração acelera, minhas mãos começam a suar. Droga, por que me sinto assim? Não tenho mais 14 anos. Já devo ter feito isso uma centena de vezes. Então por quê diabos me sinto assim? Converso com ela por um ou dois minutos, até ficar sem o que dizer. Taciturno. Sou uma mula mesmo. Muita coisa passando por minha cabeça. Preciso pensar em algo, rápido. Anda. Putz, eu realmente me sinto como um garoto. Merda. Odeio isso. Começo a usar um raciocínio lógico. Se não der certo, o que pode acontecer? Ser rejeitado, já aconteceu antes. Ser motivo de chacota, isso também já aconteceu antes. Caramba, então por que eu não digo nada? Anda, fala logo... não dá pra ficar esperando... é, acho que não é hoje... Me despeço dela logo em seguida. Merda. E lá vai ela. Merda. Tão rapidamente quanto chegou. Merda. E eu perdi mais uma chance. Merda. Por que não consegui falar nada? Por que eu não disse algo inteligente? Por que eu não.... ah, foda-se. - Ana Luiza!! - Hm? - Ham... é... você tem namorado? - Não... - ela responde com um sorriso timido - Pois é... que... eu andei pensando. Sabe... você é muito bonita... e... - Obrigada - ela interrompe - Bom, eu queria saber se você topa sair comigo, pegar um cinema ou algo do tipo? - Claro, porque não?! Por um pálido pedido De alguém que não se ama Todo ouro está contigo Para isso há muita chama No coração do bandido'' Expurgado por Jayme, o Arlequim às 12:22 AM Pedidos de perdão: ________________________________________________ O Tempo Não ( ![]() Não, não se assustem meus ululantes leitores, não é uma ilusão, não é brincadeira, não é pegadinha do Faustão. Eu realmente estou atualizando o blog três dias seguidos. Não que isso importe a alguém, mas eu tinha de começar o post de alguma maneira, não? Bom você deve estar se perguntando: ''Mas, bolas, outro post sobre filmes? Esse cara não tem o que fazer não?'' e a reposta não poderia ser mais simples: Não! Quer dizer, eu ando trabalhando pacas, porém, sempre que sobra um tempinho eu passo ao cinema, afinal, minha profissão é ligada diretamente a isso, logo, uni o útil ao agradável. Mas, deixemos de bolodórios e comecemos com o que me propus a fazer (segundo o título, pelo menos). Falemos de ''Cazuza, bla bla bla (subtítulo babaca)''. Como já enrolei pra dedéu, vou direto ao ponto. Cazuza é um filme ruim, e, com ''ruim'', eu quero dizer que o filme é ruim, nada mais. Digo, o roteiro esdrúxulo não mostra ao público o Cazuza que o povo não conhecia, o ''homem'' real que ele era, não, no filme Cazuza é um mito, um maluco sem qualquer razão de ser. Apenas um rebelde sem causa, que curte beber, criar caso e, quando é contestado, sai xingando a tudo e a todos. Sem contar os diálogos horrendos que surgem aqui e acolá, como se tudo que Cazuza dissesse fosse lírico, ou mágico. Cazuza não tem problemas (tirando o HIV), Cazuza é amigo de todo mundo, Cazuza é gênio, Cazuza é um mito. Tá bom. Mas, e o cara perturbado que compunha todas aquelas músicas porretas e tudo mais? Cadê o cara que dava sentido ao verso ''...Dias sim, dias não, Eu vou sobrevivendo sem um arranhão, Da caridade de quem me detesta...''? Em lugar nenhum do filme, isso eu posso garantir. A direção também é escrota ao extremo. Vemos aqui a antípoda de Harry Potter. Mesmo com um excelente ator em mãos (Daniel de Oliveira) nossos amigos diretores (cujos nomes eu esqueci, mas ainda hei de lembrar para rogar-lhes uma praga) conseguem acabar com tudo. A recriação do Rock In Rio é fraca, digo, fraquíssima, dando a impressão de que algum amador pegou a fita de um dos shows do Cazuza, cortou as partes em que este aparecia, e colocou cenas de sua própria pessoa dançando pra lá e pra cá, Ney Matogrosso, um cara deveras importante na vida do cantor, sequer é citado no filme, e ainda tem o fato curioso de que, durante o filme, apenas Cazuza envelhece, ao contrário de seus pais, seus amigos e tudo mais. Ta loco. Agora, nem tudo está perdido. Daniel de Oliveira realmente impressiona como Cazuza, o cara fez um trabalho digno de ser comparado ao Jim Morrison de Val Kilmer (em The Doors, do Oliver Stone), imitando até a sutil ''língua presa'' do cantor em certos momentos. Porém, o ponto culminante de sua atuação acontece durante a performance de ''O tempo não pára'', onde o visual, o físico e até os trejeitos de Cazuza são retratados com perfeição. Ponto para ele. Enfim, é um filme fraco. Muito fraco. Recomendo que aluguem uma cópia de ''Os Trapalhões na Terra dos Monstros'' e fiquem em casa, ao invés de assistirem a essa meleca. E é só =) Expurgado por Jayme, o Arlequim às 7:49 PM Pedidos de perdão: ________________________________________________
I write a letter to a friend of mine I tell him how much I used to love watch him smile See I haven't seen him smile in a little while Haven't seen him smile in a little while But, I know you're laughing from the inside out Laughin' from the inside out Nota: Minhas congratulações a quem conseguir descobrir que raio de banda porreta é essa. Expurgado por Jayme, o Arlequim às 11:41 PM Pedidos de perdão: ________________________________________________ o Retorno do Pimpolho Mágico O que dizer sobre Harry Potter e sua trupe? Bom, comecemos pelo início: Esta é a terceira película feita sobre o rapaz, baseada no terceiro livro do pimpolho que, por sua vez, cursa o seu terceiro ano em Hogwarts (pelo menos eu acho que é isso). Os atores continuam os mesmos, Daniel Radcliffe (Harry Potter), Rupert Grint (Ron) e Emma Watson (Hermione) continuam lá, porém crescidos, adentrando a pré-adolescência e (teoricamente) com melhores atuações. Entretanto, dessa vez o diretor não é o mesmo. Alfonso Cuarón agora é o homem que comanda o show, o mesmo Alfonso que dirigiu ''E Sua Mãe Também'', aquele filme mexicano impróprio para a maioria dos espectadores de Harry Potter, sabem? Não hei de comentar sobre o roteiro e suas demais falhas/virtudes porque eu, infelizmente, me entreguei ao bobo preconceito que paira sobre os livros do infante bruxo e, assim, nunca li nenhuma das obras de nossa amiga J. K. Rowling (olha a moda de abreviar nome agora...). Mas, alguns aspectos eu ainda me sinto confortável ao comentar. Tal como alguns erros/acertos de Cuarón (cujo nome eu poderia abreviar, chamando-o só de Cu, mas não vou fazer isso). Durante a sessão de Harry Poter, percebi que, além dos milhares de pés infantis que batiam constantemente na minha poltrona, algo me intrigava. Algo estava faltando, algo realmente não estava certo, e após meia-hora de filme eu percebi o que era. Um problema que assola muitos e muitos filmes de apenas duas horas de duração. O velho problema de ''muito livro pra pouco filme''. O enredo do filme se apressa demais para caber nos 139 minutos de produção, deixando o filme com um ar de ''anda-logo''. Agora, claro, não é culpa de nosso amigo (Cu)Arón, que nada pode fazer, já que o filme é realmente taxado como infanto-juvenil, logo, fazer uma película de três horas e meia de duração (tal como Senhor dos Anéis) é pura loucura. Fora isso é até que um filme agradável e interessante, quer dizer, vejam bem, essa é a opinião de alguém que não leu o livro (uma opinião totalmente infundada, se querem saber). Ron me parece ser um cara bacana, apesar das caretas (o que, segundo minhas fontes, são normais, já que no livro ele é bobo assim mesmo), Hermione é gatinha demais para ser criticada aqui, no meu humilde blog (sexismo sim, por quê?), e o Harry... bom.... o Harry.... er... bem... hum... pra ser sincero... o cara fede. Daniel é um péssimo ator. Não sabe fingir que ri, não sabe fingir que chora, não sabe fingir que corre, e pior, não sabe fingir que atua. Tudo bem, tudo bem, ele é até parecido com o carinha da capa dos livros de Rowling, mas, convenhamos: ele fede. Fede a ponto d'eu querer me matar (tal como o Didi Mocó fazia, lembram?) toda vez que ele começava a ficar irritado e/ou suas bochechas rosadas apareciam na tela. Em suma, é um bom filme. Se é fiel ou não ao livro, não sei. Mas é um bom filme. Boa música (John Williams é foda!), boa direção, bons efeitos especiais e boas atuações (tirando o bocó de óculos). Só não chega a ser ótimo pela curta duração já apontada e pelo fato de nosso amigo Daniel Radcliffe não ter aprendido a atuar em sua escolinha. Mas, para tudo há uma solução. Basta Daniel pedir gentilmente para ir ao banheiro e, sorrateiramente, fugir para nunca mais voltar. Simples, não? Se enganou quem pensou que eu não ia sacanear ninguém neste post =) Expurgado por Jayme, o Arlequim às 12:11 AM Pedidos de perdão: ________________________________________________ ''Tróia'' Fosse dirigido por... Pedro Almodóvar: Se nosso caro amigo Pedro Almodóvar, o maior depravado da face da terra (ganhando até de Anne Rice, aquela dos vampiros pederastas, incestuosos e pedófilos, conhecem?), dirigisse Tróia, o épico séria totalmente diferente. A estória seria basicamente a seguinte: Aquiles, um transformista mundialmente conhecido, descobre que Heleno, o bofe de sua amiga, fugiu com um aspirante a pederasta, chamado Páris, logo, Aquiles reúne toda sua turma (cerca de 10.000 [dez mil] moçoilas) e forma um grande exército de homossexuais para enfrentar os parentes de Páris, seu meio-irmão, filho de seu pai com uma prostituta viciada em cocaína e ópio, Heitor e seu exército de necrófilos. E a pegação rola solta nas areias de Tróia. Roland Emmerich: Aquiles, o principal soldado da nação grega é convocado à guerra contra os sanguinários troianos, que, por sua vez, são realmente, eu escrevi realmente, sanguinários. Sanguinários a ponto de destruir o principal símbolo da nação grega nos últimos 100 anos, a Estátua do Ostracismo. E é aí que a ira de Aquiles é convocada contra Hashid Heitor, um troiano descendente dos persas, aqueles que colonizaram o Iraque. Mas tudo não acaba por aí. Aquiles, sabe-se lá por qual razão, é amado pelos deuses e, assim, recebe poderes dos mesmos. Logo, assim que Aquiles pisa nas areias de Tróia, furacões, maremotos, terremotos e muitos outros ''motos'' surgem para punir os malditos troianos. Peter Jackson: Primeiramente, Tróia seria filmado na Nova Zelândia, em 5 partes diferentes, contendo, em média, 4 horas e meia de filme cada uma. Isso sem contar os 12 anos que seriam necessários para filmar a película e os dois anos adicionais para remasteriza-la. Assim, quando pronto, o filme nos apresentaria um Aquiles mais humano e um Heitor porreta. Uma veia cômica teria de ser adicionada, algo à la chapolim, com hilárias quedas de cavalo, piadas infames e muita trapalhada, e para esse papel, ninguém melhor que o próprio primo de Aquiles, que passaria o filme inteiro (ou pelo menos 4 dos 5 capítulos) fazendo gracejos enquanto o povão luta na guerra. Até que, no quinto (e último filme), ele morre. E, no momento de sua morte, ele encontra um elo de amizade e fraternidade com Aquiles, que jura vingar sua morte, e assim, acaba com a guerra. Expurgado por Jayme, o Arlequim às 10:49 AM Pedidos de perdão: ________________________________________________ Durante minha adolescência, durante um período de ebulição hormonal, e descoberta de minha tão chamada ''personalidade'', passei um tempo tentando descobrir onde diabos eu me encaixava, e assim, conseqüentemente, conheci muita gente diferente, aliás, foi um dos únicos períodos de minha vida que vivi rodeado de pessoas. Pelo fato de eu tocar bateria, possuir uma banda, e adorar música, a maioria das pessoas que acabei conhecendo era parte desse mundo. Todos tocavam algo ou simplesmente puxavam o saco de quem tocava algo. E era nesse meio em que conheci o Rodrigo. Rodrigo era um cara excelente. Tocava guitarra de uma maneira impressionante, tinha um jeito calmo e confiante de falar, como se nada o assustasse, e olhava a todos como se pudesse observar o fundo de seus olhos, direto em sua alma. Era o típico cara que faria qualquer coisa por suas amizades, enfrentando qualquer um ou qualquer coisa para defender suas convicção de que seus amigos eram algo sagrado. Rodrigo, é claro, tinha defeitos, porém, nenhum deles emergia em sua superfície serena. Resumindo, Rodrigo era o cara que todo moleque em fase de crescimento desejava ser. Só que foi aí que aconteceu. Todos gostávamos do cara. Cada um de nós. Até que, de repente, sem qualquer aviso prévio, Rodrigo faleceu. Não sei ao certo o motivo pelo qual ele faleceu, mas faleceu. Não consegui ir ao velório, muito menos à missa alguma. O simples fato de que ele era mortal me dava calafrio. Rodrigo deveria ser imortal, invulnerável, tal qual qualquer super-herói deveria ser. Mas não era. Ele não era invulnerável, nem mesmo imortal. Rodrigo era como todos nós, falível até o osso. E foi assim, abruptamente, que minha vida real começou. Também sem aviso prévio. Sem brincadeiras de ''verdade ou desafio'', sem festinhas pré-adolescentes, sem palhaçadas na casa de um amigo no meio da madrugada. E foi assim, com meu primeiro encontro com a senhora morte, que minha jornada começou... Nota: Desculpem-me pelo post narcisista, mas, convenhamos, não falava de mim mesmo há tempos.... Expurgado por Jayme, o Arlequim às 1:20 AM Pedidos de perdão: ________________________________________________ Sim, sim, sim, meus coleguinhas, eu finalmente assisti ao novíssimo ''arrasa-quarteirão'' de nosso adorável diretor Roland Emmerich, e, como blogueiro que sou, cá está uma pequena resenha d´O Dia Depois de Amanhã. Bom, para começar. O filme, estrelado por Dennis Quaid ("Inimigo Meu'', "Viagem Insólita", etc..), Jake Gyllenhaal (aquele de ''Donnie Darko''), Ian Holm (que possui status enorme no mundo nerd com filmes como ''Senhor dos Anéis'', ''Alien'', ''O Quinto Elemento'', etc..), entre outros, é baseado numa única premissa jamais usada antes no mundo do cinema (sim, estou sendo sarcástico): O fim do mundo!! (aqui entra a trilha sonora com um singelo: pam pam pam!!!). Aliás, o próprio Emmerich tem algum fetiche bizarro por destruição. Já dirigiu a destruição do mundo em ''Independence Day'' e a destruição de Nova Iorque em ''Godzilla'' (eca!). O filme começa com um close desnecessário na bandeira dos E.U.A., dando uma falsa impressão ao espectador sobre o que vêm pela frente, o que, de fato, não tem nada daquele velho estilo de Emmerich (alienação patriótica e tal). Emmerich critica, entre outras coisas, a política norte-americana, que vive para proteger sua economia e, inclusive, a postura dos mesmos sobre o tratado de Kioto. Porém é aí que o interessante reside. No fim do mundo mesmo não há nada de anormal. A estátua da liberdade é danificada, símbolos sagrados dos americanos (como o sinal de Hollywood) são maculados, e um monte de gente morre. Simples assim. Nada de extraordinário ou inovador (a não ser pelos efeitos especiais, que, convenhamos, são porretas), somente a mesma balela de sempre: enfrentar as adversidades que nos foram impostas e nos unir para enfrentar um mal maior. Em suma, vale a pena conferir para observar o amadurecimento de Emmerich, que já ultrapassou a linha do ridículo com seu ''Independence Day'' (o ponto culminante do patriotismo norte-americano) e foi mais adiante ainda em filmes como ''O Patriota''. No mais, é só mais um filme de destruição e catástrofe (muito bem feito, por sinal). Nota: Apesar de dirigir filmes como Independence Day, O Patriota e Godzilla, Emmerich, por mais incrível que pareça, não é americano. Vá entender... Expurgado por Jayme, o Arlequim às 10:28 AM Pedidos de perdão: ________________________________________________ Moçada, tentei mudar um pouco o template (e consegui), porém, não ficou tão bom quanto imaginava. Por favor, me digam o que acharam. ;) Expurgado por Jayme, o Arlequim às 1:43 AM Pedidos de perdão: ________________________________________________
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